Gestão de Chaves API (API Key Manager)

Token, Integrações, Permissões, Controle de acesso, Monitoramento, Revogação

Descrição: Ferramenta essencial para a criação, visualização e gestão dos tokens de acesso (API Key) usados para conectar o Framework360 com serviços e aplicações externas.

Para que serve? (Exemplos práticos)

Esta ferramenta é fundamental quando é necessário fazer o Framework360 interagir com sistemas externos de forma controlada e segura.

  • Integração com Software de Terceiros: Use-a para gerar uma chave dedicada que permita a um software de contabilidade ou a um conector de dados (ETL) acessar apenas as funções necessárias (ex. leitura dos pedidos).
  • Desenvolvimento de Apps Mobile/Web Customizadas: Útil para criar um token que permita a uma aplicação móvel desenvolvida ad hoc executar chamadas específicas (ex. registro de um novo usuário) dentro do sistema.
  • Controle de Acessos: Permite limitar exatamente quais operações (ex. modificação, criação, leitura) podem ser executadas por cada integração individual, aumentando a segurança do sistema.

Funcionalidades principais

1. Gestão das Chaves

  • Criação Simples: É possível gerar uma nova chave API com um único clique, fornecendo um nome descritivo. O sistema gera automaticamente um Token único de 40 caracteres.
  • Monitoramento: A lista principal mostra a última data de uso de cada chave, permitindo identificar rapidamente as chaves inativas ou aquelas usadas com frequência.
  • Eliminação: Permite revogar imediatamente o acesso eliminando a chave.

2. Configuração das Permissões (Granularidade)

O aspecto mais importante é a possibilidade de definir com precisão o que cada chave pode fazer.

  • Definição das Funções: Por meio de uma estrutura em abas e checkboxes, o usuário pode selecionar quais funções API específicas (ex. creacliente, eliminaprodotto, leggi_campagna) estão habilitadas para aquele Token.
  • Seleção Múltipla: Está disponível um botão "Selecionar tudo" para habilitar rapidamente todas as funções.

Como configurar

Ao modificar uma chave API, acessa-se a tela de configuração dividida em duas seções principais: Configurações Gerais e Permissões.

Configurações Gerais

OpçãoDescrição
Api KeyO Token único gerado pelo sistema. Deve ser fornecido à aplicação externa.
Data de criaçãoData em que a chave foi gerada.
Requer autenticação do usuárioSe esta opção estiver ativa, a chave API não será suficiente sozinha. Cada chamada API deverá incluir também um Token válido da sessão do usuário (via header X-Fw360-UserToken).

Gestão de Permissões por Papel

O sistema de gestão de permissões é organizado por Papéis do Usuário. Isso permite definir conjuntos diferentes de permissões dependendo do contexto em que a chave é usada.

1. Navegação por Abas: As abas (ou "steps") na seção Permissões correspondem aos diferentes Papéis configurados no sistema (ex. Administrador, Cliente, Agente).

2. Atribuição das Funções: Dentro de cada aba, é possível selecionar as funções API a serem habilitadas.

3. Limitação por Papel: Para papéis diferentes do Administrador, o sistema alerta que as chamadas feitas com aquela chave respeitarão também as limitações já definidas para aquele Papel no módulo de Gestão de Papéis.

4. Segurança Adicional (Ícone Cadeado): Ao lado de algumas funções API pode aparecer um ícone em forma de cadeado. Se selecionado, significa que aquela função específica, mesmo habilitada pela chave API, exigirá obrigatoriamente que a chamada seja acompanhada por uma autenticação válida do usuário (mesmo se a opção geral "Requer autenticação do usuário" não estiver ativa).

Integrações automáticas

Este módulo é o ponto de acesso para todas as integrações externas. Sua configuração influencia diretamente a capacidade dos sistemas externos interagirem com os dados e funcionalidades do Framework360.

Controle do Acesso do Usuário: Se ativar a opção "Requer autenticação do usuário", a chave API não só autentica a aplicação, mas também vincula a chamada às permissões específicas do usuário que está usando a aplicação externa. Isso garante que, por exemplo, um cliente possa ler apenas seus próprios dados, mesmo se a chave API estiver configurada para acesso genérico.